
Babalorixá André de Xangô
Filho de Xangô, no Batuque do Rio Grande do Sul desde 2008, com caminhada na Nação Cabinda. Babalorixá desde 2022 e chefe de Exu na Quimbanda desde 2021. Atende em Osório, RS e por vídeo chamada para todo o Brasil.
Joga búzios, baralho cigano e Tarô Osho, atende apometria com mesa de radiestesia e divórcio energético. Trabalhos espirituais só são indicados depois do jogo, com explicação e valor combinados antes.
Minha entrada na religião
Minha caminhada no Batuque começou em abril de 2008, na cidade de Porto Alegre. Foi no axé da Iyalorixá Adriana de Oxum, da nação Jeje-Ijexá, que dei meus primeiros passos na religião. Mãe Adriana era filha de Mãe Gelsa de Xangô, que, por sua vez, era filha de Paito de Oxum. Foi nesse axé que comecei a construir minha história, aprendendo a respeitar os fundamentos, as obrigações e a responsabilidade que acompanham quem escolhe esse caminho.
Minha primeira obrigação foi o Ori bibo. Seis meses depois, cumpri uma obrigação de quatro pés de penas para Xangô, Oxum e Bará, quando esses Orixás foram colocados em suas vasilhas. Permaneci nesse axé por dois anos.
Os caminhos do Batuque
Depois, ingressei na Nação Cabinda, no axé de Mãe Beta de Oxum, onde realizei quatro pés de pelos para seis Orixás. Com os anos, mudei-me para Caxias do Sul e passei a fazer parte do axé de Mãe Camilly de Oyá, onde fiquei por três anos.
Em 2015, ao me casar com Mãe Mayara de Yemanjá, vim para Osório, no Litoral Norte gaúcho. Em 2022, no axé de Pai Juarez de Oxalá, filho de Pai Airton Pufal de Oxum, realizei as obrigações restantes dos meus Orixás e recebi o título de Babalorixá André de Xangô. Meu Orixá de cabeça é Xangô.
Minha caminhada na Quimbanda
Minha história na Quimbanda começou em 2017. Em 2021, realizei as obrigações do meu Exu Tiriri e da minha Pombagira Maria Navalha, e me tornei chefe de Exu. Trato o Batuque e a Quimbanda com a seriedade que cada tradição merece, respeitando seus fundamentos e preservando o que não pertence à exposição pública.
A casa
O Ilê Axé Xangô Aganjú está aberto desde 2020, em Osório. Naquele período, Mãe Mayara de Yemanjá já desenvolvia seu trabalho com Umbanda e Quimbanda, e em 2021 o Batuque também passou a fazer parte da casa.
Cada pessoa chega com sua história, suas dúvidas e suas necessidades. O acolhimento começa pelo respeito, sem julgamentos precipitados e sem promessas que não cabem a nenhum sacerdote fazer. Antes de falar, é preciso compreender. Antes de orientar, é preciso escutar.
Na religião







Estudo e memória do Batuque
Pelo TikTok, onde reúno quase 50 mil seguidores, compartilho conhecimento sobre o Batuque. Também colaboro com a pesquisa das famílias religiosas do Batuque do Rio Grande do Sul, iniciada por Bàbá Phil de Xangô, e publico livros sobre a tradição.
Como é uma consulta
A consulta começa com uma conversa curta sobre o que trouxe você. Depois vem o jogo, ao vivo, com espaço para as suas perguntas. No fim, você recebe as orientações práticas e espirituais. Se o jogo indicar algum trabalho, ele é explicado com calma e só acontece se você decidir.
Quer a leitura completa?
A leitura completa, com nome, história e perguntas, acontece na mesa do Babalorixá. Por vídeo chamada ou presencial em Osório.
Babalorixá André de Xangô
Batuque do Rio Grande do Sul, Nação Cabinda
Quimbanda
Osório, Rio Grande do Sul


